8 de Março

Que tentem nos enterrar, somos sementes!

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Por Juliana Sabreda

8 de Março passou, mas vamos falar delas? Que as estatísticas não são boas, já estamos carecas de saber e, infelizmente, conhecimento não muda as vias de fato. Ser a maioria, entre pessoas com ensino superior completo, não nos impede de enfrentar desigualdade no mercado de trabalho quando comparadas aos homens. Se formos falar de violência, nosso país mostrou o pior resultado entre os países sul-americanos. A nossa representatividade é “sub” seja em âmbito político ou em congressos, cargos gerenciais, públicos e privados, instituições policiais. A situação é péssima mesmo! E isso que nem estamos analisando os números também com o contexto racial.

O mercado da tecnologia, por exemplo, é um dos mais restritos para mulheres em comparação a outros setores. Por mais inovador e moderno que seja, existem muitos cases e, inclusive, processos em cima de empresas “cool” e “modernas” da área que retratam cenas arcaicas de julgamento. E, mesmo assim, nós continuamos consumindo muito essas empresas viu?!

Se você leu até aqui e não se identifica como uma mulher, deixo aqui umas dicas legais para se conscientizar. A luta é completamente nossa e o teu gesto, mesmo que mínimo, já é muito! Caso você se identifique como uma mulherona, dê uma reparada no seu meio também. As atitudes podem ser sutis, mas os impactos são fortes!

Ta aí uma causa que defendemos! E na semana do dia 08 de Março (2018) apoiamos um evento do Conexões RS Co+Lab que engajou mais de 300 empreendedoras, dando espaço de fala, motivação e apoio! Gratificante ser parte de um meio que busca incentivar cada vez mais mulheres a empreender e buscar seu espaço no mercado.

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